Ordem na casa.
Max Mosley e Bernie Ecclestone não estiveram presentes na ronda inaugural deste Mundial. E fizeram bastante falta. Numa época em que a GPWC parece ser cada vez mais um desafio real, não sendo apenas apoiada pela Ferrari, coube à FIA o papel de mau da fita pelo desempenho que teve com a Minardi. Fica a questão. Merece a pena termos equipas como a Minardi no Mundial ou deveriam as equipes ter 3 carros? Sinceramente a Formula 1 não merece equipes tão fracas e pouco competitivas.
Acerca do GP em si temos de admitir que quem esteve na Prova no Sábado e no Domingo não percebeu grande coisa do que se estava a passar. A corrida foi algo entediante. A desistência de Schumacher parece-nos um erro de criança para um piloto do seu gabarito. Os novos regulamentos não trouxeram nada de novo na Formula 1. Carros e Pneus aguentaram bem mais este desafio. Apenas que provavelmente apenas acabaram 8 carros por prova. De forma a poder ter um motor novo na prova seguinte e poder alavancar a sua posição. Não foi contudo mau ver quebrar a hegemonia de Schumacher. A Renault assume uma posição de relevo e esperemos para ver as surpresas que a BAR nos revela para a Malásia.
Fica uma nota para Alonso. Uma grande prova apenas marcada por Vileneuve que o atrasou irremediavelmente. Fica a dúvida, onde chegaria este piloto se não tem sido bloqueado? A grande revelação vai mesmo para a Red Bull Racing F1. Uma nova equipe que consegue um resultado muito meritório. Esperemos que de futuro possam ter uma boa relação com um fornecedor de motores. A estrutura que apresentam permitirá que descubram jovens talentos?
Coberturas de TV. É uma pena que a RTP não apoie a Formula 1 à semelhança do que se passa com outras Televisões Nacionais. Além do horário despropositado o próprio resumo passa a horas impossíveis. Esperemos que haja um maior apoio para o restante campeonato. Agora que ainda por cima temos um português nesta modalidade merecíamos outro serviço.
Tiago Monteiro. O nosso piloto teve uma prova relativamente apagada. Foi batido pelo seu companheiro de equipe. Mas numa equipe em que muito da aprendizagem se faz em prova não se deve pedir mais de uma prova inicial. Esperemos que tenha uma estrelinha de sorte para a Malásia.
João Bravo da Silva. (07/03 – 11/03).
Acerca do GP em si temos de admitir que quem esteve na Prova no Sábado e no Domingo não percebeu grande coisa do que se estava a passar. A corrida foi algo entediante. A desistência de Schumacher parece-nos um erro de criança para um piloto do seu gabarito. Os novos regulamentos não trouxeram nada de novo na Formula 1. Carros e Pneus aguentaram bem mais este desafio. Apenas que provavelmente apenas acabaram 8 carros por prova. De forma a poder ter um motor novo na prova seguinte e poder alavancar a sua posição. Não foi contudo mau ver quebrar a hegemonia de Schumacher. A Renault assume uma posição de relevo e esperemos para ver as surpresas que a BAR nos revela para a Malásia.
Fica uma nota para Alonso. Uma grande prova apenas marcada por Vileneuve que o atrasou irremediavelmente. Fica a dúvida, onde chegaria este piloto se não tem sido bloqueado? A grande revelação vai mesmo para a Red Bull Racing F1. Uma nova equipe que consegue um resultado muito meritório. Esperemos que de futuro possam ter uma boa relação com um fornecedor de motores. A estrutura que apresentam permitirá que descubram jovens talentos?
Coberturas de TV. É uma pena que a RTP não apoie a Formula 1 à semelhança do que se passa com outras Televisões Nacionais. Além do horário despropositado o próprio resumo passa a horas impossíveis. Esperemos que haja um maior apoio para o restante campeonato. Agora que ainda por cima temos um português nesta modalidade merecíamos outro serviço.
Tiago Monteiro. O nosso piloto teve uma prova relativamente apagada. Foi batido pelo seu companheiro de equipe. Mas numa equipe em que muito da aprendizagem se faz em prova não se deve pedir mais de uma prova inicial. Esperemos que tenha uma estrelinha de sorte para a Malásia.
João Bravo da Silva. (07/03 – 11/03).

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